Pois é, faça o que eu digo mas não faça o que eu faço... cadê que continuei escrevendo, né...
Bom, de toda sorte, vou tentar mais uma vez. Vamos ver quando será a próxima... E o pior é que nem tenho tanto assunto assim pra falar. O que é de certa forma engraçado, porque nesse período ausente eu tive vontade de escrever sobre uma porrada de coisas:
- aquele momento em que a pessoa chega de uma viagem de avião, e vai sair da sala de desembarque para encontrar os parentes e amigos, e como ele é diferente em uma viagem de negocios, quando não tem ninguem pra te esperar. A unica receptividade são os motoristas e guias que vão pegar pessoas que não conhecem, e ficam lá com as plaquinhas com os nomes. Eles olham meio carentes, querendo que você seja o Sr. Wakanabi Wakastuka.
- E esqueci todo o resto. Mas uma hora lembro.
É isso. Acabei de escutar o Gish inteiro.
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
sábado, 17 de março de 2007
Coincidência absurda.
A verdade é que escrevi o primeiro posto ontem, quando estava com problemas de acesso. Uma vez resolvido, tratei de criar esse receptáculo de idéias, e postar o que tinha escrito. Ai, uma coisa estranha aconteceu, não sei se é normal... fiquei um tempo observando as coisas e imaginando uma que merecesse ser retratada aqui. Tipo, o cara (flanelinha ozzy) que fechou a rua com um cavalete e saiu cobrando estacionamento.
Depois comecei a ficar me achando um doido, aquele que acaba de descobrir um novo barato e ainda só vê a parte boa, a parte interessante.
De repente, a onda aconteceu. Rolou o "fato" pra lançar no blog. Pelo menos na minha visão de principiante.
Depois de um jantar comemorativo com os coroas, fui me encontrar com Luis, brother do colégio, que estava em um barzinho perto de casa e tal, pra onde já fui um porrilhão de vezes. Estacionei, recebi a cobrança do supracitado flanela, e me dirigi ao bar pra encontrar a mesa em que Luis estava.
Era uma mesa do canto, e a primeira coisa que reparei é que na mesa exatamente ao lado estava Gisela e o marido. Gisela é irmã de um grande chefe e mestre que tive enquanto estagiando: Gustavo. Não disse nada a Luis sobre esse fato. Enfim. Converso um pouco com ela, e depois peço meu copo e inicio os trabalhos.
Ato contínuo, um casal amigo do primeiro casal chega e senta na mesa. Acho que era um aniversário.
Na minha mesa, passo a falar de emprego e oportunidades com Luis, e de perspectivas futuras e experiências passadas, quando ele vira pra mim e diz: "aquela mulher que chegou agora é irmã do meu chefe".
Ou seja: na mesma mesa, estavam as irmãs de dois antigos chefes nossos, em nada relacionados.
Um pouco pasmo com a coincidência, decidi que era isso que ia postar.
Valeu?
Leo
Depois comecei a ficar me achando um doido, aquele que acaba de descobrir um novo barato e ainda só vê a parte boa, a parte interessante.
De repente, a onda aconteceu. Rolou o "fato" pra lançar no blog. Pelo menos na minha visão de principiante.
Depois de um jantar comemorativo com os coroas, fui me encontrar com Luis, brother do colégio, que estava em um barzinho perto de casa e tal, pra onde já fui um porrilhão de vezes. Estacionei, recebi a cobrança do supracitado flanela, e me dirigi ao bar pra encontrar a mesa em que Luis estava.
Era uma mesa do canto, e a primeira coisa que reparei é que na mesa exatamente ao lado estava Gisela e o marido. Gisela é irmã de um grande chefe e mestre que tive enquanto estagiando: Gustavo. Não disse nada a Luis sobre esse fato. Enfim. Converso um pouco com ela, e depois peço meu copo e inicio os trabalhos.
Ato contínuo, um casal amigo do primeiro casal chega e senta na mesa. Acho que era um aniversário.
Na minha mesa, passo a falar de emprego e oportunidades com Luis, e de perspectivas futuras e experiências passadas, quando ele vira pra mim e diz: "aquela mulher que chegou agora é irmã do meu chefe".
Ou seja: na mesma mesa, estavam as irmãs de dois antigos chefes nossos, em nada relacionados.
Um pouco pasmo com a coincidência, decidi que era isso que ia postar.
Valeu?
Leo
sexta-feira, 16 de março de 2007
Blog Entry #1
Bom... vamos lá, né...
Sempre gostei muito de escrever. Ou melhor, sempre gostei muito de escrever besteira, coisas que certamente não iriam transformar o mundo. A bem da verdade, acho que nem mesmo queria transformar o mundo ou coisa parecida. Também nunca fui de escrever nada pro mundo acadêmico, é verdade, tirando as provas e eventuais trabalhos da faculdade (não que eu tivesse escolha entre escrever ou não escrever, mas não fazia tanta questão – exceto se a prova necessitasse de mais de uma folha de papel pautado, que ai complicava).
Pensando melhor, acho que só escrevia por prazer, ou necessidade. Mas deveria ter escrito mais.
E, depois de tanta embromação, cheguei onde eu queria: a razão dessas mal traçadas linhas, parafraseando Miguel. Dessas e das do porvir (acho que junto, assim, né... os sinônimos do word acusaram futuro, prosperidade).
Saudade. Saudade vencendo a inércia e a preguiça. Acho que é isso, de repente aquela velha necessidade que eu tinha na minha tenra idade, de pegar um caderno velho e sair escrevendo besteiras. Muitas besteiras. Er... não que eu só vá escrever besteira aqui, mas convenhamos.. vai rolar muita. Prepara-te, Leitor. (tá, é a ultima vez que me dirijo a você...também acho brega pra burro)
Mas lê quem quer, né, então vai lá.
Vou acabar por aqui...acho que a malícia de blogs é faze-los curto, de modo a serem lidos naqueles poucos minutos em que a barra ta limpa no trampo. Feito o de Merilu, grande incentivadora.
Não é possível que eu não arrume nem uma frase por dia que valha a pena postar. Vou tentar manter atualizado.
Leo
Sempre gostei muito de escrever. Ou melhor, sempre gostei muito de escrever besteira, coisas que certamente não iriam transformar o mundo. A bem da verdade, acho que nem mesmo queria transformar o mundo ou coisa parecida. Também nunca fui de escrever nada pro mundo acadêmico, é verdade, tirando as provas e eventuais trabalhos da faculdade (não que eu tivesse escolha entre escrever ou não escrever, mas não fazia tanta questão – exceto se a prova necessitasse de mais de uma folha de papel pautado, que ai complicava).
Pensando melhor, acho que só escrevia por prazer, ou necessidade. Mas deveria ter escrito mais.
E, depois de tanta embromação, cheguei onde eu queria: a razão dessas mal traçadas linhas, parafraseando Miguel. Dessas e das do porvir (acho que junto, assim, né... os sinônimos do word acusaram futuro, prosperidade).
Saudade. Saudade vencendo a inércia e a preguiça. Acho que é isso, de repente aquela velha necessidade que eu tinha na minha tenra idade, de pegar um caderno velho e sair escrevendo besteiras. Muitas besteiras. Er... não que eu só vá escrever besteira aqui, mas convenhamos.. vai rolar muita. Prepara-te, Leitor. (tá, é a ultima vez que me dirijo a você...também acho brega pra burro)
Mas lê quem quer, né, então vai lá.
Vou acabar por aqui...acho que a malícia de blogs é faze-los curto, de modo a serem lidos naqueles poucos minutos em que a barra ta limpa no trampo. Feito o de Merilu, grande incentivadora.
Não é possível que eu não arrume nem uma frase por dia que valha a pena postar. Vou tentar manter atualizado.
Leo
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